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Dizindo adeus

As coisas forom bem diferentes do que eu aguardava, é por isso que este blogue ficou à margem. Agora oficialmente está semifechado, quer dizer, fechado com possivilidade de reapertura. Até à reapertura ou até sempre!

Nem sabia!

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Era um neno mas já está pronto para entrar na idade adulta.

PS: Desculpade a legendas em espanhol, mas as minhas fontes nem são tudas em português (aceito sugerências)

Não estou postando como pensei que o poderia fazer, mas acho que habera tempo dabondo mais adiante) em qualquer caso, a minha querida Ana Malhoa anda a manter os latexos do blogue (isto é, as visitas) por riba da morte cerebral, asique continuarei com essa temática que fai subir as estatisticas dos blogues “misteriosamente”. Mas por continuar (apenas um bocadinho) com a temática desta página, imos ver que nos deparam os fundos de ecrã do Ubuntu.

Fuí de cara à página na que melhor se atopa como “vestir” um ubuntu, isto é, á página Gnome Look, Gnome e KDE são os ambientes de trabalho máis estendidos no mundo Linux, mas Ubuntu leva apenas Gnome (há umha versão chamada Kubuntu que, acertam que leva?) por tanto Gnome Look é lugar apropriado para eu ter umha imagem de fundo que me alegre a tarde. Aliás o software livre não tenha uma grande cantidade de latin lovers sim é certo que também não tem de devoradores de pornografia e erostismo, mas a natureza está lá.

Fui aos wallpapers e direito às melhor votadas, em menos dum segundo vi a minha ingenuidade lá atras, sabedor que “essas imagens” não sou muito votadas nestes ambientes, então fuí às mais vistas, nova surpressa quando quase nem havía imagens que eu procurava (de peitos e/ou erotismo); novamente a comunidade Linux dando mais um exemplo de normalidade. Finalmente sim atopei e como era de esperar colo aqui os resultados:

As imagens como vedes, vão dende a imagem colhida da net dumha gaja cum logo posto, até as mais espaciais passando pelo amateurismo, e mesmo atopei mais explícitas. A que não está dentro da temática foi um descubrimento que trouxo saudades, é dumha distro galega chamada Triskel, e que tem o seu fundo entre os mais vistos, bem pelos triskeleiros.

Até já (veremos quando)!

Já estou cá

Desculpas por estar tanto tempo fora, mas agora começa na realidade este blogue. Até já!

Um presente

Numa casa portuguesa com certeza, hase ouvir música portuguesa

Com um Mash-Up (machuco em galego) duma canção abro o apartado musical do blogue, que nesta altura (ainda não vivindo em Portugal) vai ter videos de música portuguesa que eu conheço. Dende a máis absoluta modéstia tenho que dizer que não servo de exemplo do que um galego pode conhezer da música dos “nossos irmãos”, mas também que o meu desconhezimento da música portuguesa é grande.

Sem máis limiar (introducção) o primeiro tema, dos The Gift; seguro em Portugal são uma das bandas máis conhezidas porém não o são na Galiza mesmo cumprendendo muito bem algumas das súas canções, coma esta:

Não é que neste blogue não gostemos da bela Ana, mas a muito cativa (pequeninha) audiência do blogue subiu muito (em termos porcentuais) com a entrada sobre o ubuntu, facto que me aleda (põe contente) já que esses e similares são os post que tinha na cabeça.

Até já!

Migrando a Ubuntu

Há máis de dois meses que começei a serio com a minha migração ao Ubuntu dende o Vista num portável (laptop, ainda não tenho as palavras certas em pt-pt). A experiência faço-a dende que o GNU-Linux suporta o hardware com certas garantias no meu computador e a experiência é muito possitiva, de fato vou arranjando as coisas aos poucos e já nom voto em falta o windows salvo para certo software. Não quero hoje falar de razões, de ética, de distribuções… quero falar de solventar problemas que xurdem quando um quere fazer coisas (essas coisas para as que vale um Sistema Operacional). Há tres jeitos de procuar umha solução:

  • Googlear (blogues, forums, páginas…)
  • Livros (podem-se conseguer em pdf pelo amule, torrent… ou mesmo ter algúm)
  • Grupos de usuários (utentes) de GNU-Linux nas suas roldas de correio ou forums

A primeira é a obvia, a rápida, e para a que fai falta umha habilidade nada trivial. A segunda é muito útil se se conheze bem o livro ou com o índice se pode chegar aginha (rápidamente) ainda que o campo é muito muito menor. Por último se estes dous métodos não derom resultado certo é momento de porse em contato com um GUGL (Grupo de usuários de GNU-Linux), a ser possível um grupo local. O suceso dum Sistema Operacional coma Linux tem muito a ver com a comunidade que há tras o SO e especialmente os GUGL. Eu estou num dos muitos que há na Galiza e que é muito fixe e ativo a pesar do cativo (pequeno) número de socios, é o GLUG: Grupo de usuários de GNU-Linux da Galiza, obrigado rapazes!

O logo de Beijim

Em desenho:

Ou na realidade:

Não sei se os portuguesses apercebem a frasse “contos chinesses”? Mas nunca ocasião tão acaida houvo para a utiliçar.

Isso foi o que pensei quando vi esta entrada no blogue do César Sequeira, de fato, a seguir pensei: “muito agressiva e mesmo erótica a publicidade do Iphone em Portugal”. Depois do impato visual (que tedes azima) li a entrada e comprendí a brincadeira (muito boa a imagem), que eu próprio apanho para o meu blogue, que no seu começo precisa de visitas e pagerank ASAP.

Mas além da brincadeira e da utilidade, eu já conhecí um dos mitos de Portugal (ou isso achei com 5 minutos de procura no google). Avanço já que a música será um tema do blogue, e a repeito da Ana Malhoa um simples comentário: ela é apenas um produto com um fermoso envoltorio, que eu não estou disposto a comprar (mas obrigado por deixares escutar gratis na web, assím fico seguro).

Até já!

PS: Quanto photoshop!!

(Desculpade as gralhas e expresões raras até o meu desembarco em Portugal o meu português é ainda “galego reformado”)

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